quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Por inclusão olímpica, Romário vira embaixador mundial do futevôlei

Romário sonha com o futevôlei no cronograma olímpico no futuro. Foto: Luiz Pires/Vipcomm/Divulgação

Romário sonha com o futevôlei no cronograma olímpico no futuro
Foto: Luiz Pires/Vipcomm/Divulgação
O ex-jogador e hoje deputado federal Romário anunciou nesta quinta-feira que assumirá o posto de embaixador mundial do futevôlei, na tentativa de incluir o esporte nas modalidades olímpicas.
Engajado nas atividades esportivas como deputado federal, Romário também será anunciado como presidente de honra tanto da Confederação Brasileira quanto da Federação Internacional do Futevôlei, que brindará o reconhecimento ao ex-jogador no dia 28 de fevereiro.
Uma das primeiras ações do político será organizar o calendário internacional dos próximos quatro meses, segundo um comunicado divulgado por ele mesmo. "Todo ano tem três, quatro campeonatos mundiais de futevôlei, mais três Sul-Americanos, Copa do Brasil, Mundialito, Brasileiro. Ou seja, vamos organizar e anunciar um calendário de eventos para os próximos meses", disse Romário.
O futevôlei surgiu nos anos 1960, na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Romário ajudou o esporte a ter fama internacional quando aproveitava suas férias para jogar às escondidas, sem permissão de suas equipes de futebol, que tinham proibido este tipo de atividade para evitar o risco de lesões.
Londres 2012 no Terra
Terra, maior empresa de internet da América Latina, transmitirá ao vivo e em alta definição (HD) todas as modalidades dos Jogos Olímpicos de Londres, que serão realizados entre os dias 27 de julho e 12 de agosto de 2012. Com reportagens especiais e acompanhamento do dia a dia dos atletas, a cobertura contará com textos, vídeos, fotos, debates, participação do internauta e repercussão nas redes sociais.
Fonte: terra.com.br

EFE
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Romário será embaixador mundial do futevôlei

Romário
Rio de Janeiro - O ex-jogador de futebol Romário anunciou nesta quinta-feira que assumirá o posto de embaixador mundial do futevôlei, na tentativa de incluir o esporte nas modalidades olímpicas.

O ex-jogador e atual deputado disse que seu principal desafio será transformar a modalidade em um esporte olímpico.



Engajado nas atividades esportivas como deputado federal, Romário também será anunciado como presidente de honra tanto da Confederação Brasileira, quanto da Federação Internacional do Futevôlei, que brindará o reconhecimento ao ex-jogador no dia 28 de fevereiro.
Uma das primeiras ações do político será organizar o calendário internacional dos próximos quatro meses, segundo um comunicado divulgado por ele mesmo.
'Todo ano tem três, quatro campeonatos mundiais de futevôlei, mais três Sul-Americanos, Copa do Brasil, Mundialito, Brasileiro, ou seja, vamos organizar e anunciar um calendário de eventos para os próximos meses', disse Romário.
O futevôlei surgiu nos anos 60, na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Romário ajudou o esporte a ter fama internacional quando aproveitava suas férias para jogar às escondidas, sem permissão de suas equipes de futebol, que tinham proibido este tipo de atividade para evitar o risco de lesões.
Fonte: Exame.com

Novo embaixador mundial de futevôlei, Romário tentará inserir o esporte na Olimpíada

Além de ter se tornado uma liderança do esporte na Câmara dos Deputados, Romário também assumirá o posto de embaixador mundial do futevôlei, na tentativa de desenvolver mais esse esporte internacionalmente.

O ex-jogador de futebol também será anunciado como presidente de honra tanto da Confederação Brasileira, quanto da Federação Internacional do Futevôlei. Um dos objetivos principais de Romário ao assumir esses novos cargos é o de levar o esporte a se tornar parte das modalidades olímpicas.

Romário só será oficialmente nomeado “Embaixador mundial do futevôlei” no dia 28 de fevereiro, mas desde já faz planos para quando assumir essa nova responsabilidade. “Todo ano tem três, quatro campeonatos mundiais de futevôlei, mais três Sul-americanos, Copa do Brasil, Mundialito, Brasileiro, ou seja, vamos organizar e anunciar um calendário de eventos para os próximos meses”, disse o deputado.

Desde que decidiu ser deputado, Romário acabou se tornando uma liderança do esporte na Câmara e frequentemente vem a público para defender uma transparência maior na organização da Copa do Mundo de 2014 e também da Olimpíada de 2016. Um tradicional praticante do futevôlei, agora Romário também quer se dedicar a desenvolver esse esporte, que nasceu na década de 1960, no Rio de Janeiro.
por: ESPN.com.br

Campanha visa aproximação entre a sociedade e as ações da polícia


Trabalho conjunto entre PM, PC e Conseg pretende incentivar a população a fazer denúncias para auxiliar na elucidação de crimes
Ketllyn Fernandes

Trabalho conjunto entre as polícias Militar e Civil, com apoio do 1° Conseg (Conselho de Segurança – Região Garavelo), tem como objetivo conscientizar a comunidade sobre a importância das denúncias feitas pela sociedade para o sucesso das ações policiais. Para reforçar esse compromisso, será lançado às 9h desta quinta-feira, 9, na praça do Cais, no Setor Garavelo, em Aparecida de Goiânia, a campanha “Junte-se a Nós, Não se Cale Diante da Violência”, que contará com a distribuição de panfletos educativos portando o número 190, além de frases que incentivem o cidadão a colaborar com o trabalho da polícia.

“Pretendemos chamar a atenção da população. Ensiná-la a denunciar, pois vários crimes foram e são elucidados por meio dessa ajuda. A campanha é contra qualquer tipo de violência, contra a mulher e contra o patrimônio, por exemplo”, reforçou a delegada titular do 4° DP do Setor Garavelo, Cibelle Tristão. De acordo com ela, outra campanha está sendo inserida neste lançamento, cujo foco é prevenir contra o uso do crack. “Essa nós também vamos levar às escolas. A frase de impacto é ‘Abrace seu filho antes que o crack o faça’”, detalhou.
A delegada adiantou que está sendo realizado um planejamento operacional entre PC e PM para elaboração de pontos estratégicos em que serão deflagradas operações policiais a partir desta semana, com intuito de prevenir e reprimir a violência. O número exato de policiais e viaturas que participarão das ações está sendo levantado, mas alguns locais já foram definidos, como feiras livres e pontos onde já se sabe, preliminarmente, que o tráfico de drogas é praticado.
fonte: Jornal Opção

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Voto da ministra Rosa Weber emociona Eliana Calmon


"Queriam minar minha credibilidade no Judiciário"

Acusação de ter cometido crime, feita por associações de magistrados, foi o que mais abalou a corregedora

"Quando ouvi o voto da ministra Rosa Weber [pela manutenção dos poderes do CNJ para investigar juízes] minha cabeça não aguentou. Estou de enxaqueca, não tenho condições de comemorar. Eu vou dormir. Foi um desgaste muito grande".

Foi o relato da ministra Eliana Calmon por telefone, ao editor deste Blog, pouco depois de ver reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal nesta quinta-feira (2/2) a competência concorrente do CNJ para investigar magistrados.

A corregedora diz que acompanhou a sinalização da mídia e dos analistas, de que o resultado, em decisão apertada, seria desfavorável à posição da Associação dos Magistrados Brasileiros. "Mas, até o final, a gente viveu um clima de muita tensão".

"O que mais me incomodou foi a posição das associações [AMB, Anamatra e Ajufe] ao me acusarem de ter cometido crime. Isso me deixou muito amolada, quase me desestabilizou. Queriam minar minha credibilidade no Judiciário", afirmou.

A Corregedora Nacional de Justiça prometeu fazer uma avaliação do julgamento nesta sexta-feira.
Escrito por Fred às 07h19

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Os cinco maiores arrependimentos dos pacientes terminais


Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita gente a mudar sua forma de enxergar a vida. The top five regrets of the dying (algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi escrito por Bonnie Ware, uma enfermeira especializada em cuidar de pessoas próximas da morte.
Para analisar a publicação, convidamos a Dra. Ana Cláudia Arantes – geriatra e especialista em cuidados paliativos do Einstein – que comentou, de acordo com a sua experiência no hospital, cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira americana. Confira abaixo.

1. Eu gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim

“À medida que a pessoa se dá conta das limitações e da progressão da doença, esse sentimento provoca uma necessidade de rever os caminhos escolhidos para a sua vida, agora reavaliados com o filtro da consciência da morte mais próxima”, explica Dra. Ana Cláudia.
“É um sentimento muito frequente nessa fase. É como se, agora, pudessem entender que fizeram escolhas pelas outras pessoas e não por si mesmas. Na verdade, é uma atitude comum durante a vida. No geral, acabamos fazendo isso porque queremos ser amados e aceitos. O problema é quando deixamos de fazer as nossas próprias escolhas”, explica a médica.
“Muitas pessoas reclamam de que trabalharam a vida toda e que não viveram tudo o que gostariam de ter vivido, adiando para quando tiverem mais tempo depois de se aposentarem. Depois, quando envelhecem, reclamam que é quando chegam também as doenças e as dificuldades”, conta.

2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto

“Não é uma sensação que acontece somente com os doentes. É um dilema da vida moderna. Todo mundo reclama disso”, diz a geriatra.
“Mas o mais grave é quando se trabalha em algo que não se gosta. Quando a pessoa ganha dinheiro, mas é infeliz no dia a dia, sacrifica o que não volta mais: o tempo”, afirma.
“Este sentimento fica mais grave no fim da vida porque as pessoas sentem que não têm mais esse tempo, por exemplo, pra pedir demissão e recomeçar”.

3. Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos

“Quando estão próximas da morte, as pessoas tendem a ficar mais verdadeiras. Caem as máscaras de medo e de vergonha e a vontade de agradar. O que importa, nesta fase, é a sinceridade”, conta.
“À medida que uma doença vai avançando, não é raro escutar que a pessoa fica mais carinhosa, mais doce. A doença tira a sombra da defesa, da proteção de si mesmo, da vingança. No fim, as pessoas percebem que essas coisas nem sempre foram necessárias”.
“A maior parte das pessoas não quer ser esquecida, quer ser lembrada por coisas boas. Nesses momentos finais querem dizer que amam, que gostam, querem pedir desculpas e, principalmente, querem sentir-se amadas. Quando se dão conta da falta de tempo, querem dizer coisas boas para as pessoas”, explica a médica.

4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos

“Nem sempre se tem histórias felizes com a própria família, mas com os amigos, sim. Os amigos são a família escolhida”, acredita a médica. “Ao lado dos amigos nós até vivemos fases difíceis, mas geralmente em uma relação de apoio”, explica.
“Não há nada de errado em ter uma família que não é legal. Quase todo mundo tem algum problema na família. Muitas vezes existe muita culpa nessa relação. Por isso, quando se tem pouco tempo de vida, muitas vezes o paciente quer preencher a cabeça e o tempo com coisas significativas e especiais, como os momentos com os amigos”.
“Dependendo da doença, existe grande mudança da aparência corporal. Muitos não querem receber visitas e demonstrar fraquezas e fragilidades. Nesse momento, precisam sentir que não vão ser julgados e essa sensação remete aos amigos”, afirma.

5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz

“Esse arrependimento é uma conseqüência das outras escolhas. É um resumo dos outros para alguém que abriu mão da própria felicidade”.
“Não é uma questão de ser egoísta, mas é importante para as pessoas ter um compromisso com a realização do que elas são e do que elas podem ser. Precisam descobrir do que são capazes, o seu papel no mundo e nas relações. A pessoa realizada se faz feliz e faz as pessoas que estão ao seu lado felizes também”, explica.
“A minha experiência mostra que esse arrependimento é muito mais dolorido entre as pessoas que tiveram chance de mudar alguma coisa. As pessoas que não tiveram tantos recursos disponíveis durante a vida e que precisaram lutar muito para viver, com pouca escolha, por exemplo, muitas vezes se desligam achando-se mais completas, mais em paz por terem realmente feito o melhor que podiam fazer. Para quem teve oportunidade de fazer diferente e não fez, geralmente é bem mais sofrido do ponto de vista existencial”, alerta.

Dica da especialista

“O que fica bastante claro quando vejo histórias como essas é que as pessoas devem refletir sobre suas escolhas enquanto têm vida e tempo para fazê-las”.
“Minha dica é a seguinte: se você pensa que, no futuro, pode se arrepender do que está fazendo agora, talvez não deva fazer. Faça o caminho que te entregue paz no fim. Para que no fim da vida, você possa dizer feliz: eu faria tudo de novo, exatamente do mesmo jeito”.
De acordo com Dra. Ana Cláudia, livros como este podem ajudar as pessoas a refletirem melhor sobre suas escolhas e o modo como se relacionam com o mundo e consigo mesmas, se permitindo viver de uma forma melhor. “Ele nos mostra que as coisas importantes para nós devem ser feitas enquanto temos tempo”, conclui a médica.
Publicado em janeiro/2012.